• 06/11/2025 - quinta-feira

Hoje, ao relembrarmos os 62 anos do Golpe Militar, não podemos tratar esta data como um simples marco histórico distante. Trata-se de uma ferida aberta na história do Brasil — uma ruptura violenta da democracia que mergulhou o país em 21 anos de autoritarismo, censura, perseguições e mortes.
Foram anos em que vozes foram silenciadas, direitos foram esmagados e cidadãos inocentes foram perseguidos, presos, torturados e assassinados pelo próprio Estado. Cada uma dessas vidas interrompidas representa não apenas uma tragédia individual, mas um atentado coletivo contra a liberdade e a dignidade humana. Não há relativização possível diante desse período sombrio.
Como presidente do Sindicato dos Servidores de Guarulhos, e também como professor de História, afirmo com toda convicção: conhecer profundamente o que foi a ditadura militar brasileira é um dever cívico. Estudei esse período com rigor e responsabilidade, e é justamente esse conhecimento que reforça minha posição inegociável de repúdio absoluto a qualquer tentativa de revisionismo ou negação dos crimes cometidos.
A ditadura não terminou sem deixar marcas. Suas heranças ainda estão presentes nas estruturas de poder, na cultura política autoritária, na violência institucional e na desigualdade social que persistem até hoje. Ignorar isso é permitir que os erros do passado se repitam.
Foram anos em que vozes foram silenciadas, direitos foram esmagados e cidadãos inocentes foram perseguidos, presos, torturados e assassinados pelo próprio Estado. Cada uma dessas vidas interrompidas representa não apenas uma tragédia individual, mas um atentado coletivo contra a liberdade e a dignidade humana. Não há relativização possível diante desse período sombrio.
Como presidente do Sindicato dos Servidores de Guarulhos, e também como professor de História, afirmo com toda convicção: conhecer profundamente o que foi a ditadura militar brasileira é um dever cívico. Estudei esse período com rigor e responsabilidade, e é justamente esse conhecimento que reforça minha posição inegociável de repúdio absoluto a qualquer tentativa de revisionismo ou negação dos crimes cometidos.
A ditadura não terminou sem deixar marcas. Suas heranças ainda estão presentes nas estruturas de poder, na cultura política autoritária, na violência institucional e na desigualdade social que persistem até hoje. Ignorar isso é permitir que os erros do passado se repitam.
Mais do que nunca, precisamos estar atentos. O Brasil contemporâneo enfrenta o avanço de discursos e práticas que flertam com o autoritarismo, alimentados por setores da extrema direita que tentam reescrever a história, enfraquecer as instituições democráticas e naturalizar a intolerância.
Nossa resposta deve ser firme. A luta pela democracia não é apenas uma memória — é uma tarefa permanente. Defender os direitos dos trabalhadores, garantir a liberdade de expressão, fortalecer as instituições e combater qualquer forma de opressão são compromissos que não podem ser abandonados.
Não esquecer é um ato de resistência. Relembrar é um dever. Lutar é uma necessidade.
Ditadura nunca mais.
Predro Zanotti Filho
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública Municipal de Guarulhos
Professor da Rede Municipal de Guarulhos
Professor da Rede Estadual de São Paulo
Professor da Rede Municipal de Guarulhos
Professor da Rede Estadual de São Paulo
