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• 24/4/2018 - terça-feira

Sindicato condena desmanche
e precarização do atendimento


O caos se instalou na Saúde de Guarulhos. Os problemas se acumulam: péssimas condições de trabalho, falta de insumos e medicamentos, atraso de salários, falta de segurança para quem trabalha nas unidades de Saúde e terceirização entre outros. O Sindicato acompanha a situação de perto e cobra solução. Por isso, constantemente fazemos visitas nas UBS’s e hospitais.

Dia 17, junto ao Sindicato dos Médicos de São Paulo e movimentos populares, fizemos ato em frente ao Hospital Municipal de Urgências (HMU), que foi terceirizado e sua gestão entregue para a Gerir – uma OS de Goiás. Desde que passou ao controle da Organização Social goiana, o atendimento no hospital, um dos mais importantes de Guarulhos, só piorou.

A manifestação denunciou o avanço da terceirização e também o descaso da Prefeitura com as condições de trabalho dos Servidores da Saúde. 

Após a pressão, na segunda (23) o Diário Oficial publicou o Decreto nº 34.908 determinando que o secretário de Saúde, Sergio Iglesias, transferisse seu gabinete para dentro do HMU pelo prazo de dez dias. Segundo o prefeito Guti, a medida é pra avaliar a atual situação. 

Porém, desde que a Gerir assumiu a administração do hospital, somam-se diversos problemas na unidade. Nosso secretário-geral e presidente do Conselho Municipal de Saúde, Rogério de Oliveira, observa: “O prefeito devia ter prestado atenção desde o início, quando avisamos que o contrato era irregular. Em dez dias os problemas jamais serão resolvidos”. 

O Stap sempre combateu a terceirização, que vem acompanhada de precarização e outros prejuízos ao trabalhador. “Somos contra a renovação do contrato com a OS goiana, que mostrou ser ineficiente e lesivo ao interesse público”, afirma Rogério. O contrato entre a Prefeitura e o Instituto vence dia 2 de maio.

Pedro - Nosso presidente Pedro Zanotti Filho arremata: “Dar fim à terceirização é questão de honra para o nosso Sindicato. Além de esconder negociatas, só traz coisa ruim para o trabalhador. É inaceitável”.


Diretor Rogério conduz ato em frente ao Hospital Municipal de Urgências (HMU)